sábado, 28 de dezembro de 2013

Crise, Greve e Palhaçada


Sobre a crise todos somos peritos em falar. As dificuldades todos as sentimos de uma ou outra forma. Todos ansiamos por melhores tempos. Mãos à obra...

Trabalhar é importante mas, o pensar e refletir não fica atrás!

Não existem formulas milagrosas para sair de uma crise  que chegou para ficar. Tanto ficou, que já arrasou milhares de empresas! Todos temos o dever de contribuir para que venham rapidamente melhores dias. Falei em deveres, no entanto, também é bom não esquecer os direitos. Sim porque todos continuamos, com ou sem crise, com os nossos direitos bem expressos na nossa Constituição.

Por falar em Constituição, a minha reflexão centra-se no direito à greve. A greve é um direito que não retira deveres. A reivindicação de direitos não deve ser feita esquecendo os deveres que todos temos uns para com os outros, relegando o conceito de sociedade a um egoísmo puro, onde só o “eu” conta e interessa.

Parece quase um crime criticar seja que “greve” for... é contra a democracia dizem muitos!

Todos sabemos a importância e o peso que Lisboa tem no contexto europeu como destino turístico. Sendo o Natal uma época especial, inúmeras promoções surgem no sentido potenciar o que melhor  a cidade tem, fomentando desta forma a entrada de capital estrangeiro.

No inicio do mês de Dezembro a presidente da União de Associações do Comércio e Serviços, afirmou que os turistas seriam a esperança dos comerciantes na época de Natal, uma vez que o poder de compra dos portugueses não está nos melhores dias. O mesmo foi reforçado pelo Presidente da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina.

Para felicidade de todos, os turistas sempre vieram e as vendas aumentaram. Será que resolvemos o problema de Portugal? Não...mas ajudou.

Para completar a festa, e estando todos os Lisboetas cientes da importância de tudo o que foi até aqui descrito, os trabalhadores de limpeza da Câmara Municipal de Lisboa decidiram fazer greve, e deixar o lixo acumular nas ruas.
Melhor ainda.... a greve vai continuar até 5 de Janeiro.

Sem duvida uma grande contribuição para o país, um grande cartão de visita para quem nos visitou e que em muito vai contribuir para voltarem, e um grande presente para todos os Lisboetas. Uma ação impulsionada pelo Sindicato  dos Trabalhadores do Município de Lisboa que demonstra uma total irresponsabilidade e falta de respeito para com o País.

É importante criticarmos este tipo de manifestações sob pena de nos afundarmos cada vez mais. O que se passa em Lisboa é um ato de irresponsabilidade, uma “modernice” constitucional. Enfim uma palhaçada!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal 2013


Um santo e feliz Natal para todos!

Live Christmas In Rockefeller Center


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Empresa Ideias Globais lança novo jogo de tabuleiro sobre o 25 de Abril



Foi apresentado o projecto do novo jogo de tabuleiro da empresa Ideias Globais, “A Revolução dos Cravos”, na loja Fnac do Centro Comercial Colombo.

Estiveram presentes o Dr. Mota Amaral, anterior presidente da Assembleia da República Portuguesa, o Coronel Vasco Lourenço, actual presidente da direcção da A25A, Luís Carneiro e Hugo Salvador, autores do projecto e gerentes da empresa Ideias Globais.

O projecto consiste num jogo de tabuleiro que aborda, através de um conjunto de perguntas e respostas, a temática da grande revolução de Abril de 1974. É direccionado a pessoas de nacionalidade portuguesa de diferentes faixas etárias. Contudo, destina-se preferencialmente a crianças e jovens, de forma que parte tão relevante da história de Portugal não seja esquecida nem desvalorizada.

O jogo resulta de uma parceria entre a Ideias Globais e Associação 25 de Abril (A25A), que se prontificou-se desde logo, cedendo material relevante para a elaboração do projecto, daí a apresentação do jogo ter coincidido com o 28º aniversário desta associação, como forma de celebração.

A empresa Ideias Globais pretende com este jogo criar um novo instrumento didáctico, lúdico, multi-geracional e único. Também como homenagear todos os responsáveis e intervenientes no processo de passagem de um regime ditador para um regime democrático.

Com esta apresentação ficou concluida a primeira fase do projecto, que permite a cada pessoa reservar desde já um exemplar do jogo, uma vez que o inicio da sua comercialização será realizada apenas a 25 de Março do proximo ano. Pode realizar a reserva consultando o site da empresa http://www.ideiasglobais.com/.

A todos os que contribuíram para o sucesso desta iniciativa o meu muito obrigado.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Voto do Emigrante



O Partido Socialista prepara-se para recuperar o diploma vetado pelo Presidente da República no início do ano, relacionado com o voto dos emigrantes portugueses.

Para aqueles que não acompanharam o processo, este diploma pretendia (e volta a pretender…) impor o voto presencial nas eleições Legislativas, eliminando assim a possibilidade que os emigrantes têm de votar por correspondência. O mesmo será dizer que, os emigrantes que queiram votar, terão de passar a deslocar-se às embaixadas ou consulados portugueses, que em muitos casos estão a centenas, ou mesmo a milhares de quilómetros de distância da sua residência.

Tendo em conta este facto, e acrescentando a preocupação que deve estar sempre presente com os elevados números da abstenção, tenho muita dificuldade em perceber a verdadeira finalidade deste diploma.

Segundo o deputado José Lello, secretário nacional do Partido Socialista para as Relações Internacionais: "Manter este sistema de voto não beneficia nem os portugueses que residem no exterior nem a nossa democracia e deita para o lixo a vontade de participação de milhares de eleitores".

São declarações no mínimo muito “debilitadas” para quem se diz responsável por Relações Internacionais. Tal não me surpreende, pois a sua reacção ao veto do Presidente da Republica resumiu-se a: “Não é preciso pôr mais sal na ferida”. Sem duvida… uma reacção convicta de quem estava seguro do que tinha apresentado em plena Assembleia da Republica!

Toda a actividade política deve ser regida por princípios e convicções, que associadas aos mais diversos níveis, identificam as raízes ideológicas que caracterizam os partidos políticos. Ao falarmos de um Governo, temos de ter em conta que foi eleito para servir o país, e não para servir apenas os que votaram no partido vencedor. Portanto, se no círculo eleitoral do estrangeiro o PSD elege mais deputados do que qualquer outro partido, não é justo nem sério, que através dos mais variados esquemas, se tente encontrar uma forma de limitar o voto.

Diversas são as causas que podem levar a que uma pessoa abandone a "sua terra" em busca de uma “nova vida”. Essa é uma realidade a que Portugal ficou fortemente associado, sendo possível constatá-la através da comunidade emigrante portuguesa.

Apesar de se encontrar longe, o gosto e a ligação do emigrante pela sua pátria não desaparece. Bem pelo contrário… a saudade e o desejo de cá voltar, aguçam a vontade de diariamente saber as novidades nacionais.

Já anteriormente tinha demonstrado a minha total discordância com este diploma. Os emigrantes merecem mais respeito e mais consideração, pois a palavra Diáspora não pode ser utilizada só porque é bonita ou soa bem, tem de ser sentida e vivida caminhando ao encontro das necessidades de quem está distante…

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Jogo “À Descoberta dos Açores” já tem 2ª edição

Foi apresentada esta manhã a segunda edição do jogo didáctico “À Descoberta dos Açores”, um produto pioneiro na região, com o qual a empresa “Ideias Globais”, tem dado a conhecer “a história, a geografia e a cultura açorianas, de uma forma lúdica e que vai tendo uma grande aceitação no mercado, daí o lançamento desta segunda edição”, referiram os autores e promotores da ideia.

Foi no Colégio de Santa Clara, em Angra do Heroísmo, e integrando o plano anual de actividades da instituição, dedicado neste ano lectivo ao tema “Açores: Nove ilhas, Nove descobertas”, que Luís Carneiro e Hugo Salvador explicaram a uma atenta plateia de jovens terceirenses “os princípios que levaram a pôr em prática uma ideia”, indicando-lhes a forma “de realizarem os seus sonhos, de acreditarem em si, numa noção muito próxima do que hoje se chama empreendedorismo, com que cada vez mais cedo os miúdos se vão familiarizar”, explicaram.

Segundo os jovens empresários, esta apresentação aconteceu “fruto do sucesso que foi a entrada do produto no mercado”, pelo que estão “a ser conseguidos os objectivos propostos nesta nossa aventura, e que passavam por ter uma nova edição”, acrescentando que “logo as portas do Colégio de Santa Clara, onde até já houve torneios com o jogo, se abriram para um protocolo que permite uma divulgação mais próxima”.

“À Descoberta dos Açores” é um jogo de tabuleiro, onde entre 2 e 5 jogadores, avançam, ao ritmo dos dados e de perguntas “sobre as ilhas, com as quais se vão aprendendo factos da nossa história, da nossa cultura, assim como da geografia ou das tradições açorianas”. O jogo apresenta “50 cartas, com dez perguntas cada uma, sendo uma delas referente a cada ilha açoriana, havendo ainda uma pergunta extra, que corresponde a qualquer uma das nove parcelas do arquipélago”.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Legislativas 2009


Com o aproximar das eleições legislativas e autárquicas, os partidos intensificam os contactos com a população de forma a demonstrarem através dos seus candidatos, o que pretendem para o futuro do seu país, ou do seu concelho respectivamente. Todos esperam perceber quais as linhas orientadoras da actuação de cada um, para que responsavelmente decidam em quem confiar o seu voto.

Temos que admitir que uns têm naturalmente a tarefa bem mais facilitada do que outros, pois argumentar que votar no actual primeiro-ministro será benéfico para Portugal… não é tarefa fácil. Contudo, este facto não pode servir como desculpa para que os candidatos do PS/Açores à Assembleia da República, transformem esta campanha eleitoral numa espécie de “RTP-Memória”.

Não é de forma alguma aceitável que num período pré-eleitoral, se passe noventa por cento do tempo a fazer uma retrospectiva do passado, fazendo diversas interpretações e leituras por vezes pouco esclarecedoras para quem assiste. Não havendo ideias a apresentar, ao menos não transformem a política em algo que ela efectivamente não é, pois todos queremos medidas concretas para o futuro do nosso país.

Sendo assim, o programa eleitoral apresentado pelo PSD, é um exemplo do que significa na sua essência a palavra “política”. Dividido por diversas áreas sectoriais, a Dra. Manuela Ferreira Leite divulgou um conjunto de medidas que terão impacto a curto prazo na vida de todos nós, ao mesmo tempo que apresentou um rumo estrategicamente definido para o desenvolvimento do país a médio/longo prazo.

Citando algumas dessas medidas, no que toca à Educação, irá promover um combate ao facilitismo que actualmente se encontra instalado, alterando o estatuto do aluno, dando assim uma real importância ao ensino em detrimento dos dados estatísticos. Procederá também à imediata suspensão do actual e polémico modelo de avaliação. Em relação à Economia, irá alterar o actual regime do IVA, reduzir ao mínimo o investimento do Estado, incentivar o investimento privado e as exportações, reduzir a taxa social única e acabar com o pagamento especial por conta.

São apenas alguns dos muitos bons exemplos de medidas apresentadas pelo PSD no seu programa eleitoral. Estamos na presença de um documento construído com base numa análise profunda acerca da realidade Portuguesa, enunciando medidas concretas que identificam a forma mais responsável para encaminhar Portugal rumo a um futuro mais próspero.

É vital que no próximo dia 27 de Setembro todos participem na votação com um conhecimento claro das intenções de cada candidato. O simples voto de cada um de nós determinará quem governará o país nos próximos quatro anos, bem como quem poderá tomar decisões que num momento critico como o actual, podem significar a diferença entre desenvolver o Portugal, ou hipotecá-lo completamente.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Patrão Neves vice-coordenadora da Comissão das Pescas





A eurodeputada pelo PSD Maria do Céu Patrão Neves viu confirmada a sua integração nas duas Comissões do Parlamento Europeu (PE) a que se candidatara, a da Agricultura e do Desenvolvimento Rural e a das Pescas, sendo depois eleita vice-coordenadora desta última Comissão, uma distinção e responsabilidade invulgar para um novo deputado ao PE, o que vem confirmar a correcta escolha da maior parte dos Açorianos no último acto eleitoral.

A Comissão das Pescas do Parlamento Europeu reuniu-se esta semana em Bruxelas, apresentando como principal ponto da agenda a delineação do orçamento para 2010, cuja redacção ficara concluída em Abril passado.

Em termos gerais, “o orçamento mantém as linhas de investimento anteriores, apenas sofrendo uma redução de 1,1% ao nível dos compromissos e de 1,4% ao nível dos pagamentos”, informou a eurodeputada que destacou ainda um facto relativo ao fundo europeu das pescas “beneficiou de um pequeno aumento”.

Áreas como a Agricultura e as Pescas podem ser consideradas essenciais para a nossa região. Assim sendo e apesar de todas as dificuldades que se avizinham, Patrão Neves estando no centro de decisão mais importante e pertinente da Europa, defenderá da melhor forma os interesses Açorianos.